24 novembro 2010

Os jogos que decepcionaram os fãs

Postado por Gustavo

Final Fantasy XIV | Lançamento: 2010 | Plataforma: PC
A segunda investida da Square Enix no mercado de MMORPGs mostra o quanto a empresa não aprendeu com o primeiro game do estilo, “Final Fantasy XI”. Muitos problemas, como bugs e glitches prejudicaram o jogo. “Final Fantasy XIV” ainda conta com sistemas retrógrados e entediantes de jogabilidade, além de mecânicas datadas. As falhas do jogo, e a falta de repercussão, fez com que a empresa deixasse o jogo gratuito (Segundo informações nos comentários, a empresa ainda está cobrando 12 dólares para jogarem.. ).



Lost Planet 2 | Lançamento: 2010 | Plataformas: PC/PS3/X360
“Lost Planet 2” manteve a jogabilidade estranha do primeiro da franquia, mas removeu o charme solitário de caçar aliens em um planeta congelado. Em vez disso, força uma mecânica com foco no modo cooperativo que, no modo online, funciona, dentro das limitações do game e no modo offline, mal funciona. A história desconexa e desinteressante e a IA patética terminam de minar este game, que se perdeu no meio do caminho.

APB | Lançamento: 2010 | Plataforma: PC
Um desequilibrado e desinteressante game de tiro em terceira pessoa, que não conseguiu alcançar metade de suas ambições. A cereja no bolo de “APB” é que sua desenvolvedora precisou abandonar o game no meio do caminho, deixando seus jogadores órfãos de suporte e servidores oficiais. Fracasso geral…

Kane & Lynch 2: Dog Days | Lançamento: 2010 | Plataformas: PC/PS3/X360
O visual de “Kane & Lynch 2: Dog Days” é bem estranho. Com uma campanha de menos de quatro horas e extremamente repetitiva, a segunda aventura dos violentos criminosos é um desperdício de tempo e dinheiro. Sério candidato ao pior do ano.

Dark Void | Lançamento: 2010 | Plataformas: PC/X360/PS3
O maior problema de “Dark Void” é não aproveitar sua premissa bem interessante em todo o seu potencial. Essencialmente um game de tiro em terceira pessoa genérico, “Dark Void” apostou em uma mecânica que permitia o protagonista do game voar em um jetpack. Quando o jogador tem a liberdade de voar pelo cenário, até esquece os gráficos genéricos, dos tiroteios entediantes, da história insossa e dos inimigos estúpidos.

Metroid: Other M | Lançamento: 2010 | Plataforma: Wii
Por muito tempo, Samus Aran, a protagonista da série “Metroid” ficou em silêncio. Nas raras vezes que a destemida heroína se manifestava, as falas não eram dubladas. Em “Metroid: Other M”, ela abre, pela primeira vez, o bico. O problema é que não sabe fechar. A corajosa mercenária que encarava com frieza os problemas nos outros jogos da franquia desaparece sob uma garota subserviente, medrosa e tagarela. A jogabilidade é muito boa, o gráfico, um dos melhores do wii…

Sonic: Free Riders | Lançamento: 2010 | Plataforma: X360 (Kinect)
A linha inicial de games para o Kinect trouxe algumas esperadas coletâneas de minigames e demos de tecnologia glorificadas, como “Kinect Sports”. O problema do game é que não funciona. Os sensores doKinect ou não reconhecem leves movimentos do jogador ou reconhecem em excesso, o modo para dois jogadores é uma piada de mal gosto e até mesmo os gráficos são uma afronta ao poder do Xbox 360.

Iron Man 2  | Lançamento: 2010 | Plataformas: X360/PS3/PC/Wii/DS/PSP
Adaptações de filmes para games geralmente tem um resultado abaixo do esperado. Os estúdios precisam correr com o desenvolvimento para entregar o game no prazo e o resultado final é visivelmente afetado. Com “Iron Man 2”, não é diferente. Gráficos terríveis, jogabilidade lamentável e dublagens realmente feias…

Alpha Protocol | Lançamento: 2010 | Plataformas: PC/PS3/X360
A execução de “Alpha Protocol”, no entanto, é um pouco desbalanceada. Pistolas são basicamente inúteis no game, por terem pouca precisão e algumas habilidades são poderosas demais, como a camuflagem que deixa o jogador invisível e permite assassinatos furtivos até com o inimigo de frente. No meio da jogabilidade meio caótica e uma história rocambolesca, há de se valorizar um sistema de diálogos impressionante, mas não é muito mais que isso.

Front Mission Evolved | Lançamento: 2010 | Plataformas: PS3/X360/PC
A produtora Double Helix, conhecida por tentar apimentar a fórmula de “Silent Hill” com o fraco “Homecoming” tenta mais uma vez agitar alguma propriedade intelectual, com parcos resultados. O estúdio resolveu transformar os tradicionais games “Front Mission”, normalmente jogos de estratégia tática, em um game de ação em terceira pessoa. Seria possível ignorar a manobra equivocada, que consegue alienar todos os públicos alvo possíveis, se a jogabilidade fosse incrível. Mas não foi possível… Medíocre no máximo e ruim em seus momentos mais sombrios. Nem perca seu tempo.

Quantum Theory | Lançamento: 2010 | Plataformas: X360/PS3
Quantum Theory” tenta ser “Gears of War”, com um orçamento constrangedoramente menor, uma história ainda mais absurda, jogabildidade derivativa, gráficos lavados e design sem originalidade – basicamente copiado de “Gears”. Se fosse um bom clone de “Gears of War”, “Quantum Theory” poderia ter seu lugar ao sol. O problema é que o game é, basicamente, uma versão diluída do outro game.

Prison Break: The Conspiracy | Lançamento: 2010 | Plataformas: PC/PS3/X360
Se games baseados em filmes são abismos de qualidade, jogos baseados em seriados sofrem maldições similares. Na história recente, “Lost” gerou um game medíocre e, agora, foi a vez de “Prison Break”, que ficou bem abaixo da média.Com sistemas de jogabilidade mal elaborados, como mecânicas mambembes de luta e furtividade mal implementada, o game se arrasta em uma série de “quick-time events” (sequências nas quais o jogador precisa apertar o botão correto no momento correto, para prosseguir). Os gráficos temíveis completam o pacote, que devia ser o bastante para condenar o estúdio à cadeia.


Fonte: msn
Texto: msn

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